sábado, 23 de junho de 2007

2. GREVE É A SOLUÇÃO?

Cidadão Brasileiro, o blog polmilpolcivforum@blogspot.com foi criado com o objetivo de propiciar aos Policiais Militares e aos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro um meio seguro, rápido e eficiente para a discussão dos diversos problemas que afligem as Instituições Policiais.
Um verdadeiro fórum democrático.
O blog tem também o objetivo de propiciar uma interação entre os integrantes das duas Instituições Policiais responsáveis por prover a Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro.
O blog não terá um moderador de comentários, o que possibilitará que TODOS OS COMENTÁRIOS encaminhados sejam PUBLICADOS, portanto os Policiais Militares e Civis poderão estabelecer conversações para o debate dos temas que nos afligem, na busca das soluções urgentes, principalmente para as questões salariais, as questões de ascensão profissional, as questões relacionadas com as péssimas condições atuais de trabalho e as questões relacionadas com a politização da Polícia Militar e da Polícia Civil.
Um sem número de outros temas poderão ser propostos e inseridos nos temas para discussão.
A seguir foram postados uma série de “ARTIGOS”, os quais possuem como título o tema a ser discutido através dos comentários postados.
Serão postados quantos artigos forem necessários.
Convidamos a todos os Policiais Militares e a todos os Policiais Civis a participarem desse movimento que tem a finalidade de reconstruir a Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro.
Você – Cidadão Brasileiro e Você – Cidadão Fluminense, especificamente, devem apoiar essa idéia.
Seja bem-vindo a um novo tempo!
Um tempo de lutas!
Um tempo de Honra!
Um tempo de Glória!
Deus proteja cada Policial Militar e cada Policial Civil do nosso Brasil!


GREVE É A SOLUÇÃO?

Um comentário:

Anônimo disse...

Fabiane Leite
MPSP denuncia 25 policiais sob acusação de torturar presos em SP .
O Ministério Público do Estado de São Paulo denunciou 25 policiais civis sob a acusação de torturar 21 presos na Cadeia Pública 13 de Sorocaba (87 km a oeste de São Paulo) no dia 28 de julho.
Foram denunciados dois delegados, 14 investigadores, quatro carcereiros e cinco agentes penitenciários.Todos os policiais denunciados foram reconhecidos por mais de uma vez por presos como responsáveis pela sessão de tortura. Sessenta policiais tiveram de se apresentar para o reconhecimento.
Os policiais são os mesmos que trabalham no Grupamento aereo da Policia Civil/SP_Pelicano e alegaram, na época da denúncia, que os presos estariam fazendo uma retaliação à revista com as acusações e que os detentos teriam se autolesionado.
A Polícia Civil, e a Corregedoria de Policia de Sorocaba ao concluir o inquérito sobre o caso, aberto para investigar suposto “abuso de autoridade”, não indiciou ninguém pelas agressões, apesar de exames de corpo de delito feitos a pedido do Ministério Público terem comprovado lesões nos presos.
A pena prevista para crime de tortura é de 2 a 8 anos de reclusão, mas por causa das repetidas agressões contra os presos os policiais podem ser condenados até a 24 anos de prisão, além da perda do cargo publico informou o promotor José Carlos Blat, um dos que auxiliou a investigação, comandada pelos promotores de Sorocaba Gustavo dos Reis Gazzola, Roberto de Campos Andrade e Thomás Mohyico Yabiku.
A denúncia será apresentada à Justiça de Sorocaba, que decidirá se vai abrir processo contra os acusados. “Grande loby esta sendo feito por Delegados para o caso não seja apurado.”
De acordo com Blat, desde 97 poucas pessoas foram processadas por tortura. “Existe uma grande resistência social, ainda mais quando se trata de presos”, afirmou. “A polícia que prende, por falha do Estado, é que cuida dos presos”, disse ainda Blat.
No dia 28 de julho, a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Sorocaba promoveu uma revista nas alas “A” e “B” da cadeia de Sorocaba, os policiais acabaram por se exceder nas agressões disse Blat.
Presos afirmaram que após a descoberta de facas em suas celas foram levados de cuecas para as chamadas celas disciplinares e teriam passado por um corredor polonês caminho entre duas fileiras de pessoas que batem em quem passa.
Para impedir uma corrida, diminuindo o tempo de agressão, shampoos dos próprios presos teriam sido derramados no chão e provocado escorregões provocando assim quedas e quebra de braços e hematomas nos presos.
Os presos disseram que foram espancados com paus, fios de eletricidade, cabos de vassoura, socos e pontapés.
No mesmo dia da suposta tortura, os promotores estiveram na cadeia para ouvir alguns presos. Como os interrogatórios ocorreram na sala do diretor, longe das celas disciplinares, os presos disseram nada ter ouvido.
Depois das denúncias dos parentes dos detentos, o Ministério Público passou a investigar o caso.
Os denunciados são:
José Maria de Moraes Júnior
Cláudio Luiz de Medeiros
Aparecido Teixeira da Silva
Alexandre Augusto do Nascimento
Alexandre Ribeiro Rodrigues
Antônio Carlos Muraro
Antônio Eugênio Bellini
Arthur Oscar de Souza Neto
Dorival Bella
Eduardo de Arruda
Francisco Carlos Oliveira
Hilton Carlos Cunha
João Ribeiro Júnior
José Antônio Marcondes Piloto
José Henrique de Oliveira
Laércio Antônio Alves
Marcio Campos Vieira
Marcos Bonilha Bravo
Ronaldo Andreoli de Campos
Ronaldo de Almeida Cruz
Ronaldo Soares de Arruda
Sérgio Benedito Briene
Sérgio Matias
Fernando Augusto de Oliveira
Laudelino Mercado Júnior